terça-feira, 24 de maio de 2022
terça-feira, 17 de maio de 2022
Dicas caseiras
Uma coisa que gosto bastante é experimentar dicas caseiras que aprendo na internet. Lógico que é necessário filtrar muita coisa ou simplesmente usar o bom senso...
Algumas idéias são realmente interessantes e valem a pena serem passadas pra frente..
As dicas abaixo foram testadas por mim e realmente foram aprovadas para o que se propõem:
1- Misturinha para passar roupa:
100ml de água
50ml de álcool
100ml de amaciante
Mistura tudo num borrifador e esta pronto.
Modo de usar: Borrifa nas roupas que estão amassadas, passa a mão para alisar, aguarda 15minutos e pode guardá-las.
2- Misturinha para limpeza geral
200ml de água
100ml de vinagre de álcool
1 colher de sobremesa de sabão liquido
4 tampinhas de álcool ( eucalipto)
Misturar num borrifador e utilizar onde quiser.
3- Cheiro bom no banheiro
1 tampa de amaciante concentrado
2 colheres de óleo de peroba
Mistura e coloca num borrifador.
Borrifa num pano e passa onde quiser, pia, azulejo, móveis, etc..
4- Repelente caseiro
1 litro de álcool de cereal
20 a 40 gramas de cravo
Modo de fazer: Coloca o cravo com o álcool de cereal dentro de um recipiente. Deixa por 4 dias antes de coar. Porém tem que dar uma boa sacudida no recipiente 2x ao dia. Após este tempo , colocar num vidro spray e pode utilizar. Se quiser também pode colocar 100ml de óleo corporal ou óleo de coco para incrementar. Obs. Se não quiser coar o cravo, não tem problema também.
domingo, 15 de maio de 2022
Poema
Meus oito anos
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !

Como são belos os dias
Do despontar da existência !
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
Do despontar da existência !
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor !
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !

Oh ! dias de minha infância !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Casimiro de Abreu
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