Belas penas ligeiras,
Que nos incertos movimentos do vento,
Insistem em delicadamente voar.
Guardo penas
Trancadas no peito,
Momentos sublimes,
Sagrados,
Guardo o eterno,
Instante feliz lembrado.
Guardo as alegrias lépidas,
Cenários perfeitos,
Motivo de existir e pelo que se vive.
E quando findar minha existência,
As penas secretas do meu sonho
Não vivido, voarão...
Sonhos são penas
Que navegam a esmo,
Onde pousarão?














